Folha em Branco
Olho para uma folha em branco e penso
Não sei o que escrever.
Gostava de te mostrar como te amo,
Ver-te fazer ver que já não tenho nada a perder.
Comecei a escrever
Escrever um poema
Para ajudar a esquecer...
Tantas coisas por dizer
Tantas coisas por viver
Tantas coisas por fazer
Sei lá...
Quem me dera ter a coragem de te mostrar...
Tenho medo do que pensas,
E no entanto não me acanho
Continuo nas minhas andanças,
Continuo nas minhas asneiras,
Sempre com medo,
Com muito medo do que pensas.
Já estraguei tudo
Nada mais tenho
Deitei tudo a perder...
E no entanto continua a doer
Olho para uma folha em branco e penso....
Será que penso mesmo?!
Ou será que me limito a sonhar?
Me limito a divagar.
Já sem nada esperar....
Nuno Geraldes Barba©
(Registo IGAC #786/06)
Não sei o que escrever.
Gostava de te mostrar como te amo,
Ver-te fazer ver que já não tenho nada a perder.
Comecei a escrever
Escrever um poema
Para ajudar a esquecer...
Tantas coisas por dizer
Tantas coisas por viver
Tantas coisas por fazer
Sei lá...
Quem me dera ter a coragem de te mostrar...
Tenho medo do que pensas,
E no entanto não me acanho
Continuo nas minhas andanças,
Continuo nas minhas asneiras,
Sempre com medo,
Com muito medo do que pensas.
Já estraguei tudo
Nada mais tenho
Deitei tudo a perder...
E no entanto continua a doer
Olho para uma folha em branco e penso....
Será que penso mesmo?!
Ou será que me limito a sonhar?
Me limito a divagar.
Já sem nada esperar....
Nuno Geraldes Barba©
(Registo IGAC #786/06)
3 Comments:
O medo é a pior coisa que uma pessoa pode sentir... Bloqueia, entorpece e torna tudo estagnado e sem vida. Dizem que Quem arrisca Não petisca... My advice: é pior o arrependimento por não ter arriscado do que o por ter! *
Olhas para uma folha em branco,
Mas de branco tem apenas a cor,
Pois está preenchida dos sentimentos,
Das palavras que ficaram por dizer,
Dos momentos que partilharam.
Quem olha para a folha,
Vê o branco de origem,
Ignorando a vida que o branco
Contém em si.
Enfim, mais algo no género a que nos habituaste. Nunca desiludes!
Não é por as coisas serem difíceis que nós não ousamos, mas é por não ousarmos que elas são difíceis.
Obrigada!=)
Ps: Manter-me-ei anónima. E é neste anonimato que, enquanto leio os teus poemas, os vivo também.
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